As correntes de retorno
As correntes de retorno são um risco real para banhistas, sendo uma das maiores causas de afogamento nas praias com onda da costa brasileira. Conhecer melhor esse fenômeno, respeitar as sinalizações e instruções dos salva-vidas é fundamental para evitar situações de afogamento nas praias.
Como funciona a corrente de retorno
Essas correntes são geradas pelo acúmulo de água no raso, devido à ação do vento e das ondas.
Elas são curtas, estreitas, ficam mais intensas próximo à maré-baixa e, principalmente, quando as ondas estão grandes, podendo chegar a 3 m/s ao fluir para fora da arrebentação - mais rápida que um nadador olímpico!
Como se livrar da corrente de retorno
Por isso, nadar contra a corrente é uma péssima ideia. A melhor estratégia é manter a calma, se manter boiando e pedir ajuda. Se conseguir, nade na diagonal da corrente.
Como cada praia tem características particulares, a orientação dos salva-vidas é muito importante. Mas vale lembrar que as correntes não puxam ninguém para baixo!
Como identificar uma corrente de retorno
Os sinais característicos pra identificar correntes de retorno em praias com ondas são:
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Região com menor frequência ou ausência de quebras de ondas.
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Água de coloração diferenciada (mais clara ou mais escura, devido à maior profundidade ou pela agitação da areia).
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Nessa espécie de corredor, o movimento da corrente causa pequenas agitações na superfície da água.
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Frequentemente, correntes de retorno estão presentes próximo a obstáculos rígidos como pedras e rochedos ou estruturas construídas pelo homem, como espigões e molhes.
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Esteja atento às sinalizações e instruções dos salva-vidas. 🚩
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Pelo lado bom, essas correntes promovem a renovação da água do mar nas regiões mais rasas e facilitam a vida de surfistas experientes.
Mas não se engane, os principais casos de afogamento ocorrem em rios, represas e piscinas e é uma das principais causa de morte de crianças!
Para mais informações sobre as correntes de retorno ouça o podcast Submerso, episódio do Entrevista à Vista # 07, com o Subcomandante do Grupamento Marítimo Capitão Luciano Alves que foi muito esclarecedor sobre como evitar afogamentos. Link aqui
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Evite Afogamentos na Piscina
Afogamento é um acidente comum, principalmente no período do verão, em que as pessoas utilizam mais a piscina. No país, 53% dos afogamentos envolvem crianças e 50% ocorrem em residências. É também a 2ª causa de morte em crianças atrás apenas dos acidentes de carro. Mais de 10 milhões de jovens com até 14 anos são internados vítimas de afogamento, e um, a cada 35 morre. Por isso cuidados simples podem evitar uma tragédia.
A piscina é um local muito atrativo para crianças. Como não possuem maturidade e são impulsivas, é fácil para elas pularem na água ou nadarem sem supervisão, em apenas alguns segundos de distração, quando a mãe estiver no celular, por exemplo. Por esse motivo, os adultos sempre devem ficar atentos a cada movimento dos pequenos.
Muitas piscinas possuem um profissional habilitado em salvamento, mas dependendo do fluxo de banhistas na piscina, ele pode não perceber um afogamento acidental. Uma dica é deixar a criança com um colete salva-vidas em vez de boias, que podem ser retiradas ou virar na água, deixando a criança submersa.
O pediatra é um profissional que pode orientar os pais sobre prevenção de afogamento de crianças. Muitas pessoas acham que a piscina é um local seguro e os afogamentos acontecem em grande parte em momentos de distração. Não descuide nem por um momento da sua segurança. São minutos que podem fazer a diferença.
Cuidados simples que evitam acidentes
Acidentes nas piscinas podem ser facilmente evitados. Para isso, os cuidados são simples. Não deixe uma situação de risco acabar com a sua diversão. Os cuidados partem tanto dos administradores da piscina quanto dos próprios banhistas.
Os responsáveis pela piscina podem responder por crime de lesão corporal e homicídio culposo, por isso, vale a pena revisar todos os itens de segurança antes de liberar a piscina para utilização. Controlar todos os banhistas é quase impossível,
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principalmente no verão, mas é possível prevenir os acidentes com pequenos cuidados.
Algumas dicas para evitar os perigos de afogamento:
– A criança sempre deve ser supervisionada por um adulto;
– Boias não são seguras – Podem furar ou esvaziar;
– Nunca deixe brinquedos na piscina, elas atraem as crianças para dentro da água;
– Cuidados redobrados com crianças menores de 5 anos;
– Sempre deixe a piscina bem cheia, de uma forma que a criança possa alcançar a borda;
– Ensine a criança a nadar;
– Use grades, cercas e traves de segurança na área da piscina;
– Não use lona para fechar a piscina. Se a criança cair, pode ficar presa nela;
– Tampe todos os ralos;
– Mantenha a bomba desligada ao utilizar a piscina.Invista na natação
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A natação é um ótimo esporte para crianças. Além de aprenderem técnicas de sobrevivência na água vão também receber estímulos corporais importantes. A natação para bebês ajuda a amadurecer a coluna cervical e reforça o corpo. Porém essa atividade para crianças deve ser sempre supervisionada por adultos e realizada com equipamentos de segurança.
Professores de natação aconselham a ter cuidado com a criança mesmo após as aulas de natação. Como ela estará em um ambiente estranho ao da aula diária, ela pode estranhar a piscina e entrar em pânico se ocorrer algum problema. Nunca deixe a criança sozinha na piscina. A natação é só uma prevenção mas não é a solução para evitar os afogamentos.
A natação é um esporte completo tanto para crianças como para adultos. A atividade física na água não causa impacto na musculatura e nem nas articulações, com isso, há pouco risco de lesão. A natação contribui para melhorar a capacidade respiratória e a cardíaca. O condicionamento físico aumenta, você emagrece e mantém a forma.
E se a criança se afogar? O que fazer?
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Algumas características das criança fazem com que o seu afogamento seja ainda mais trágico do que o afogamento de adultos. Elas perdem facilmente o equilíbrio, o afogamento é acelerado devido a pequena massa corporal e elas não sabem se virar sozinhas em situações de emergência.
Seguem abaixo algumas dicas do que fazer se houver um afogamento:
– Mantenha a calma e retire a pessoa da água;
– Faça respiração boca-a-boca pinçando o nariz da criança, deslocando sua cabeça para trás e insuflando ar dentro de sua boca;
– Faça duas respirações e em seguida 30 compressões torácicas, empurrando o peito da criança. Então reinicie o ciclo;
– Permaneça fazendo a respiração boca-a-boca e as massagens cardíacas até que o pronto-atendimento chegue;
– Tenha sempre em mãos os telefones de emergência: 192 SAMU e 193 BOMBEIROS.Se o afogamento originar parada cardiorrespiratória, realize a reanimação cardiopulmonar com orientação de uma pessoa capacitada (ligue 193 e acione os bombeiros).
A Pool Rescue se preocupa com a segurança de seus clientes. Por isso, em sua loja virtual existe uma área específica para produtos de segurança, clique aqui. Alguns dos produtos disponíveis são: Cadeira de observação, Kit SoS, Trava de segurança, Tampa para ralo.
Fonte/Créditos: Gnn7
Créditos (Imagem de capa): GNN7
